quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Este blog é coletivo, e os assuntos são vários. Mas o fato é que somos poetas...
É uma pena, mas temos hoje apenas mais um poema...



Sou peixe delirante em código indecifrado, portanto não me peçam para apenas acender o fogo, pois o fogo, de fato, eu advinho, e a nascente é onde os peixes indecifrados fazem traçados delirantes por meio da cor e do espírito.
Porém, de fato, não sou peixe, mas um comício de recordações viventes e cada vez mais universais, controversas. Não sou um peixe, de fato, mas doze luas embriagadas sob as íntimas marés que me condenam, pois fazem de mim um palco, o palco, as incríveis trincheiras.

André Setti

4 comentários:

Maísa disse...

peixe, que não é peixe, mas tem asas de formas variadas do sentir...e transcende.
Lindo e instigante!
beijos poéticos

Dani (ela) disse...

suas escamas são feitas de que garoto!?

"...os peixes indecifrados fazem traçados delirantes..." - puxa... gostei muito, muito disso.

bjo Dé.

Anônimo disse...

Belo poema, baby!
Elementos da natureza, mistério, um eu indecifrável, que se busca definir em controvertidas versões de si?
Maisa disse o principal: transcende!
Bel

Linda Graal disse...

...sim, realmente gostei...
gosto do que tenho lido!

Edson tem razão.. ;)

Amplexos