A vida amedronta.
Tormenta continua,
aterrada na face
dominante de tudo.
O mundo.
O Sol desperta
a luz dos ciclos.
Entreabre por completo
um novo inicio.
O corpo se abre
por completo,
quando à luz do mundo.
Queria assim o verso,
extremo.
Mais que extremo,
inaudível.
Do abismo mais profundo
à luz sem margens,
sem limites.
Mas no trabalho lapidar do olvido,
A musa suspira:
“Impossível”.
***
Felipe Stefani, Queenscliff, Outono.
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5 comentários:
Seus poemas são uma maravilha! Parabéns!
"nem a simulação de se afundar no sono nem dormir deveras" - lembrei tanto de a fábrica do poema, do waly salomão. e, por isso, achei dez.
um abraço!
Oi Felipe,
Adorei seu poema!
obrigada tb. por ceder seus poemas!
Constable é um gênio mesmo!
Beijos.
muito profunda tua poesia, fiquei curiosa com os desenhos. li tua entrevista com o Marcelo e adorei.
eu gosto de rabiscar diariamente
bjs!
Cheguei aqui pela sua entrevista com o Marcelo Novaes. Belo trabalho poético.
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